Eu não gosto do jet-7. São todos uma cambada de merdas. Os gajos são todos paneleiros e as gajas são todas umas putas. Juntam-se todos em festas porque gostam do glamour. Elas porque são putas, eles porque são paneleiros. O Frota andou a comer o cu do Castelo-Branco. Dizia-se… Pois eu estou-me a cagar, desde que não me coma o meu cu tá tudo bem. No entanto eu gostava de pertencer ao meio deles. Ia conhecer muitas gajas, e isso ia ser bom porque elas são boas como o milho. Á partida ia ser fácil de facturar pois elas são todas umas putas, uma quengas, umas meretrizes como dizem algumas boas línguas… Acredito que essas putas também tenham boas línguas, nunca me fizeram um broche, mas acredito que sim… Eu gostava de aparecer na Caras. Mas na Caras não metem caras feias por isso eu não tinha lugar… É fodido ser feio. Na tv não há gente feia. Eu devia ir para a tv, eles não dizem que querem inovar? Há uma coisa que não gosto na família Jardim. É o espaço que vai desde o fim dos dentes na parte a contar de baixo pra cima ate cá a cima. Explicando melhor, aquelas gajas Jardim teem todas umas gengivas grandes como o caralho. Riem-se e é mais gengiva que dentes. Vou-me contradizer, mas há que dizer que a Cinha é muito feia. Para não me contradizer tanto, reafirmo que é puta. É muito feio terem aquelas gengivas. Eu não gosto. Nem gosto da Bibá Pitta porque ela tem um queixo que mais parece o Jay Leno. A Tekas é a gaja mais feia de Portugal. Ela merecia uma estátua a frente de um aterro sanitário. Essas gajas são todas muito morenas, teem a pele toda quaimada do sol , são umas putas… só querem é sol. Sol e levar na pachachinha. Arranjam um gajo que não faz nada para as sustentar (o normal é ser um gajo que também não faz nada mas tem dinheiro da família). Normalmente esse gajo é fora do jet-7. Já sabemos porquê, porque se for do jet-7 não resulta porque também é paneleiro. Então passa de desconhecido a namorado de gaja do jet-7, e passado algum tempo de estar com uma gaja que tem umas gengivas do tamanho do mundo e uma pele a despedaçar-se… vira paneleiro também. Os paneleiros tem a pele bem mais tratada do que as mulheres, há que dize-lo. Mas sobre os paneleiros, fica pra outra altura…
domingo, maio 21, 2006
quarta-feira, maio 10, 2006
Trocadilhos da minha vida
Hoje estava a pensar em cenas pornográficas (foder e essas coisas…) e veio-me a cabeça uma coisa: o vaginásio. O vaginásio é a zona entre a cona e o cu das gajas, aquele bocadinho de poucos centímetros de carninha que separa a coninha do buraco do cu. Muitas pessoas sorriem quando ouvem esta palavra. Quase todas pela mesma razão. Porque parece vagina com ginásio. E todos fazem na sua própria cabeça o trocadilho do “ora foder é fazer desporto, fode-se a vagina, desporto é no ginásio, vaginásio! Ir a cona (vagina) é o mesmo que ir ao ginásio!”. Bem… Isto é estúpido… Mas passa pela cabeça de muita gente. Passou pela minha e ainda passa e vai passar. São os joguinhos de palavras… tenho más recordações destes joguinhos por causa de quando eu andava na preparatória. Os meninos gozavam comigo porque me chamava Vasco. Ora o que eles me chamavam? Vascona, não uma “vasca” grande (como se a palavra vasca existisse…) mas apenas o trocadilho fácil de juntar Vasco com cona. Eu estava-me a cagar, nunca liguei a quando gozavam comigo. Mandava-os para o caralho e táva a andar… Trocadilhos de merda, estúpidos. Quem inventou os trocadilhos devia ser um gajo muita palhaço. Aposto que foi mesmo gajo que inventou a da “quem não tem mão é maneta, quem não tem punho é punheta”. Foi com esta que os trocadilhos começaram. Acho ate que eles já existiam antes da punheta, começou-se a bater a punheta por causa deste trocadilho. Esse paneleirão de merda se fosse levar no cu em vez de inventar a porra dos trocadilhos fazia bem melhor. Á pala disso é que eu fui gozado. Ele é que devia ser o vascona e não eu. Ainda por cima vascona parece nome de gaja, alem de me chamarem um nome que rima com cona, dava-se a entender que eu era gay. Naquela idade não há gays, há só mariquinhas, mas ainda assim eu não gostava… tanta historia má que passei naquela escola…
sexta-feira, maio 05, 2006
Solidão sexual
Quando era pequenino
Ainda mal abria os olhos
Recém-nascido ingénuozinho
Enquanto passava pelos entrefolhos
Saí cá para fora pra este mundo
Preparei uma jogada pensada
Da vagina da minha mãe eu conhecia o fundo
Faltava então a puta da empregada
Não resultou, ela me decepcionou
Acordou enquanto eu atacava
As cuecas ela borrou
Coisa que eu não esperava
Quando finalmente cresci
E o amor comecei a fazer
Pensava sempre em ti
Com uma mão cheia de prazer
Era em ti que eu pensava
E me sentia sempre só quando o fazia
Só tu me completavas
E no final havia sempre porcaria
E nesta vida com muita dor
Uma coisa aprendi neste largo caminho
Quando se trata de fazer amor
Mais vale acompanhado do que sozinho
Ainda mal abria os olhos
Recém-nascido ingénuozinho
Enquanto passava pelos entrefolhos
Saí cá para fora pra este mundo
Preparei uma jogada pensada
Da vagina da minha mãe eu conhecia o fundo
Faltava então a puta da empregada
Não resultou, ela me decepcionou
Acordou enquanto eu atacava
As cuecas ela borrou
Coisa que eu não esperava
Quando finalmente cresci
E o amor comecei a fazer
Pensava sempre em ti
Com uma mão cheia de prazer
Era em ti que eu pensava
E me sentia sempre só quando o fazia
Só tu me completavas
E no final havia sempre porcaria
E nesta vida com muita dor
Uma coisa aprendi neste largo caminho
Quando se trata de fazer amor
Mais vale acompanhado do que sozinho
terça-feira, maio 02, 2006
Volta Bibi
Eu tinha um gato chamado Bibi. Se o tivesse hoje matava-o. Ainda assim esta historia deu para aumentar a minha auto-estima e a mesada. Eu sou bom, muito bom e muito esperto. Apesar de não saber nada acerca da historia da casa pia à alguns anos atrás, tomei a precaução de castrar o animal quando este era ainda jovem. Para quem não sabe o que é castrar é cortar a pila dos animais, “capar”. Os gatos são uns animais fodidos. O meu gato era um gato feio, tinha manchas pretas castanhas e brancas. Devem estar a pensar que parecia uma tigresse, mas não, eram manchas mal distribuídas, era muito feio mesmo. Era um gato apanhado da rua, coitado só tinha restos uma a duas vezes por semana. Tinha muita pena dele. Um dia tomei coragem, trouxe-o para casa e a sua vida mudou. Começou a ter restos todos os dias. Sorte a dele a minha mãe fazer peixe pra ela as vezes. Havia dias em que o gato ficava com as espinhas das duas sardinhas que ela comia. Era um sortudo. Até tínhamos uma manta para ele. A minha mãe chamava-lhe “bichano”, mas eu não gostava. Eu preferia chamar-lhe Rambo. Ele tal como muitos gatos tem instinto de sobrevivência. Lembro-me de fazer um jogo com ele quando ia de ferias, costumava-mos pô-lo a porta de casa e abríamos a porta do carro. Ele detestava andar de carro… Então dizia-mos-lhe-ao-dito-gato que tinha dez segundos para entrar ate irmos embora. Ele nunca vinha. É obvio que dávamos mais uma tolerância de cinco segundos mas ele insistia em não vir. E lá seguíamos nós viagem sem o Bibi. Nós não o abandonávamos, ele é que não queria vir... Esquecíamo-nos sempre que a porta ficava fechada e ele não podia entrar. Mas quando chegávamos lá estava ele, sempre fiel, aguentava bem as duas semanas sozinho. Passado uns anos começamos a deixa-lo sozinho por opção. Achava-mos que fazia bem porque ele na rua fazia mais exercício. Nos até pensava-mos que havia ginásios para gatos. É que quando o deixávamos estava sempre gordo, e quando voltávamos estava sempre mais elegante. Ele era um bocado convencido, e ate fazia força para encolher a barriga para mostrar as costelas, para pensarmos que estava ainda mais magro… Coisas de gato. Dizem por aí que os gatos são animais asseados… Pura treta. Em poucos anos que o tive nunca consegui dar-lhe um banho. Tinha de ser à mangueirada. Depois ia deitar-se para a manta e começava a tremer, deve ser o método que os gatos teem para secar mais rápido. Eles fazem rom-rom e essas cenas…Mas pelo menos não é estúpido como os cães, se fosse um cão em vez de se deitar e relaxar ia logo sujar-se todo. Se bem que uma manta que nunca tinha sido lavada também não devia ser um sítio muito limpo. Fiquei sem ele porque o perdi. Levei-o a rua para um jardim, ao inicio ele estava ao pé de mim mas começou a afastar-se. Como é óbvio, ao ve-lo partir não podia ficar quieto… Fui para casa. Como ele já tinha ficado nas ferias sozinho pela zona pensava que ia encontrar o caminho de casa. Mas até hoje não encontrou. Ainda espero por ele, mas julgo que só vou ter noticias quando esta história da casa pia acabar… A minha mãe gostou porque agora pode comer as espinhas aos jaquinzinhos, são muito fininhas e ela consegue come-las. Ela gosta. Mas ela gosta de coisas muito estranhas… Mas isso era outra conversa….
segunda-feira, maio 01, 2006
Alcool nos cus
Hoje comi lulas. Lulas fritas. Bués delas. A minha mãe fez e eu comi. Estavam uma merda diga-se… Mas para a cota não ficar triste eu fingi que estava bom. Fazemos muito isso, as cenas tão uma merda e nos dizemos que ta fixe. A professora dá-nos uma nega e nos dizemos “ok”. Também o que é que íamos dizer? As professoras não se deixam comer assim tão facilmente… Mas é esta cena cínica que me arrelia. O dizer-se que “tá bem”. Dá-me vontade de bater no rabo dessas pessoas, alias não bater, mas passar palha de aço no rabo, aquela merda pra tirar os bocados de azeite das panelas, dizia eu, passar a palha de aço nos cus, e depois por álcool. É isso mesmo. Álcool nos cus. Nunca mais diziam “tá bem”. Aceitar tudo e não responder é mau, não devemos ser assim. Eu sou assim. Não queria mas sou. Uma vez pensei em mudar… Ponderei também não mudar, e pensei logo de seguida: “ta bem, não mudes…”. Fazem de mim o que querem. Uma vez ate ajudei pessoas. Uma vizinha velha pediume pra levar os sacos pra casa dela, porque ela tem as penas cheias de varizes, alias pra dizer a verdade aquilo mais parece o chão de uma sala no fim de uma festa de Carnaval, com as serpentinas no chão… A diferença é que as pernas dela metem nojo. Bem, ajudeia a levar as coisas mm de má vontade. Mas não tive coragem de lhe dizer o que sentia. Ela ia a minha frente nas escadas, eu ia por trás a espreitar por baixo da saia dela. Num dado momento no 2º andar consegui ver as cuecas dela. Ela seguiu, eu parei no 3º pra vomitar, e apanheia no 5º. Chegando ao 6º que é onde ela mora larguei o saco, e ela disse “obrigado”. A minha vontade era de mandá-la apanhar naquela vagina escura e velha, mas disse um “de nada” simpático. Apanhei o elevador, desci ate a rua e acendi um cigarro. Umas velhas estavam a reclamar do fumo e eu bazei. Fodasse estava na rua. Já nem na rua se pode fumar. A culpa não é do fumo, nem minha. A culpa é das velhas. Temos de lhe dar o lugar no autocarro, aquelas putas não sabem ficar de pé. Se somos mais novos devíamos ficar sentados, porque temos de curtir. Pra ficar de pé que fiquem os velhos. Mas eu tou-me a cagar, porque eu sei que eles vão todos morrer em breve… Vão vir outros, mas estes já fumam ganzas, vai ser a nova geração “fubu 3ª idade”. Vão andar de “cap”, e em vez de mandarem piropos clássicos as gajas novas, vão começar a fazer rimas de hip hop. E estes não precisam que lhes leve as compras pra casa, pois eles não compram, querem é vender pra comprar a droga. Mas pode dar-se o inverso: qualquer dia estão os velhos a pedirme para carregar a televisão do 6º andar ate cá abaixo para darem ao dealer por troca de umas míseras doses. Mas esta ideia não fica por aqui…
Penso em ti
Penso em ti
Sentado numa lareira junto ao mar
Penso em ti
Dando-me vontade de chorar
Penso em ti.
Vivo a pensar nela
Quando a via à janela
Sempre a ver a novela
Era eu mesmo que via, não era ela…
Fazendo festas a sua cadela
Enquanto a passeava na sua ruela
E tropeçando numa chinela
La parou a bicha para fazer uma mijadela..
Continuando esta sequela
Só digo que a amo a ela
Não a cadela
Mas a minha amada, que é a “ela”.
Penso em ti
Sonho por ti
Bebo ice-tea
Como batatas fritas ti-ti
Tudo isto porque me faz lembrar de uma pessoa:
A minha mãe.
Mas também penso na minha amada, também
Alias só penso nela, porém
Um dia estaremos juntos no além
Juntos e abraçados como duas pessoas que ficam mortas por estarem na linha férrea quando passou o trém.
(trém é comboio)
Sentado numa lareira junto ao mar
Penso em ti
Dando-me vontade de chorar
Penso em ti.
Vivo a pensar nela
Quando a via à janela
Sempre a ver a novela
Era eu mesmo que via, não era ela…
Fazendo festas a sua cadela
Enquanto a passeava na sua ruela
E tropeçando numa chinela
La parou a bicha para fazer uma mijadela..
Continuando esta sequela
Só digo que a amo a ela
Não a cadela
Mas a minha amada, que é a “ela”.
Penso em ti
Sonho por ti
Bebo ice-tea
Como batatas fritas ti-ti
Tudo isto porque me faz lembrar de uma pessoa:
A minha mãe.
Mas também penso na minha amada, também
Alias só penso nela, porém
Um dia estaremos juntos no além
Juntos e abraçados como duas pessoas que ficam mortas por estarem na linha férrea quando passou o trém.
(trém é comboio)
O inicio do fim do principio do terminus
As vezes ponho-me a pensar na vida… No sofá, perna aberta, a coçar-me, e penso naquelas merdas que nos chateiam… Guerras, fome, pedofilia, lutas de cães, pessoal que bebe xixi, homossexuais, acidentes na estrada… Só tristezas. Mas não me revolto. Estou-me a cagar até. Não que me esteja a cagar pra estes assuntos, estou-me mesmo a cagar porque tou a tomar laxante. Grandes peidinhos que dou. As vezes estou na cama, dou o peido, e saio logo da cama porque cheira muito mal. Cheira a lixo. Deve ser das merdas que como… Eu como tudo.. Tudo o que me ponham a frente eu como. Era um miúdo gordo. Uma vez a minha mãe chegou a casa, quando foi despedida, virou-se para mim e disse: Vasco, vai comprar cigarros. Eu mandei-a dar uma volta, eu nem fumava, queria la saber de cigaros. Mas vi nos cigarros uma luz ao fundo do túnel. Se fumasse ia emagrecer. Então comecei a fumar tanto que o cigarro já não me satisfazia. Comecei a tirar o filtro e a fumar assim mesmo. Mau resultado: é, as pessoas afastavam-se de mim porque a minha boca cheirava a cinzeiro. São coisas que marcam negativamente uma pessoa, mas eu, estava-me a cagar. Sempre cheirei mal da boca, desde puto. Eu ate sou um gajo giro, mas não gosto de lavar os dentes. Fodass, dá bue trabalho.. Não é que eu não queira lavar, tipo, eu não deixei de lavar os dentes, mas fica sempre pra amanha. E o amanha nunca vem. É claro que vem... Por acaso ate os lavei no 25 de Abril porque saí de casa. Mas pá, não estavam sujos. Foi mesmo naquela porque já não lavava há muito tempo. Mas como os meus dentes não ficam pretos… É uma coisa de que me orgulho, os meus dentes não teem uma pinta preta, nem uma. Consigo manter este amarelo intacto desde pequenino. Mas assim que vir a primeira mancha preta lavo logo os dentes. É que eu apesar de ser porco, não gosto de dar pinta que sou. As pessoas afastam-se de mim e eu não gosto. Não sou aquele gajo que foi afastado pelos amigos e está triste, quero la saber deles, não preciso deles para nada, eu gosto é de estar em casa. Mas quero que eles falem bem de mim, e tenham pena de eu não ir ter com eles. Mas isto não fica por aqui. Os italicos sao só uma rasteira, mas... Um dia digo tudo... Tudo... Tudinho... Tudíssimo...
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