Domingo, Janeiro 07, 2007
Sexta-feira, Julho 28, 2006
Um dia mau...
Olá caralho… Eu não estou a dizer olá a um caralho mas sim a dizer olá e depois caralho. Isto porque estou chateado. Nem as punhetas me tiram esta tristeza. As punhetas sempre foram um escape para mim, era aquela coisa que eu batia e me deixava contente, tipo, estava triste, batia uma e passava-me. Agora nem isso, estou mesmo triste com o que se passou. Por falar em punhetas lembro-me das primeiras que bati: ainda não sabia a técnica do lencinho e então vinha-me sempre para a minha barriga. Normalmente quando se faz sexo, mas a 2 e não sozinho, quando não há preservativo, os homens também se vêem na barriga delas, ou mesmo nas mamas. Pois eu vinha-me para a minha própria barriga, era uma maneira de fazer amor comigo próprio. Gosto de lhe chamar assim para dizer que perdi a virgindade mais cedo. Era cedo mas eu já tinha pelos, não a volta do caralho (agora caralho é mesmo no sentido de pila), pois isso todos já tinham, mas eu já tinha pelos na barriga. Na barriga… tinha pelos a volta do umbigo, o que era muito mau pois quando a esporra descia ficava tudo nos pelos. Bem, vocês não imaginam o stress que era. Quando aquilo secava era dificílimo tirar. Conselho de amigo: nunca deixem secar e tentem limpar passado 2 ou 3 horas com sabonete, usem logo qualquer coisa mais forte. Eu bem que gostava de bater, era uma coisa nova. Nem precisava de bater as punhetas a pensar em gajas, bastava-me olhar para minha pila que já era um bom motivo. Afinal com pouco mais de 20 anos ficamos tesos por tudo e por nada… depois comecei a ganhar experiência. Ainda não usava a técnica do lenço porque não a conhecia, mas já não me vinha contra mim, era pouco higiénico. Comecei a vir-me para as paredes do meu quarto. Era fixe porque bastava passar um pano na parede e nas pingas que ficam no chão. Passou a ser sempre o mesmo ritual: sozinho em casa, bater, limpar a parede, cheirar, lixo. E gostava muito, ate ficava com as pernas dormentes. E era um prazer muito bom, coisa que já não tenho agora em tão grande quantidade. E da maneira que estou nem com 50 punhetas mudava de humor…
Quarta-feira, Junho 21, 2006
O Gavião
Sinto o amor no ar
Sei que não é do verão
Parece-me que está a chegar
Um belo gavião.
O gavião voa voa
Á procura de uma gaviona
Cá desceu ele a Lisboa
Em busca de uma cona
Tal cona não encontrou
Nunca mais apareceu
O gavião lá foi, voou
Perdido nas entranhas do céu
No seu palácio encontrará
A gaviona prometida
Eu não encontro mulher
Nem em toda a minha vida
Este gavião corajoso
Representa o amor
Não passa de um merdoso
Mas afoga-me a dor
Voa voa o gavião
Á procura do seu palácio
Estou eu nesta desilusão
E só procuro um fellacio
Sei que não é do verão
Parece-me que está a chegar
Um belo gavião.
O gavião voa voa
Á procura de uma gaviona
Cá desceu ele a Lisboa
Em busca de uma cona
Tal cona não encontrou
Nunca mais apareceu
O gavião lá foi, voou
Perdido nas entranhas do céu
No seu palácio encontrará
A gaviona prometida
Eu não encontro mulher
Nem em toda a minha vida
Este gavião corajoso
Representa o amor
Não passa de um merdoso
Mas afoga-me a dor
Voa voa o gavião
Á procura do seu palácio
Estou eu nesta desilusão
E só procuro um fellacio
Domingo, Maio 21, 2006
Tributo ao jet-7
Eu não gosto do jet-7. São todos uma cambada de merdas. Os gajos são todos paneleiros e as gajas são todas umas putas. Juntam-se todos em festas porque gostam do glamour. Elas porque são putas, eles porque são paneleiros. O Frota andou a comer o cu do Castelo-Branco. Dizia-se… Pois eu estou-me a cagar, desde que não me coma o meu cu tá tudo bem. No entanto eu gostava de pertencer ao meio deles. Ia conhecer muitas gajas, e isso ia ser bom porque elas são boas como o milho. Á partida ia ser fácil de facturar pois elas são todas umas putas, uma quengas, umas meretrizes como dizem algumas boas línguas… Acredito que essas putas também tenham boas línguas, nunca me fizeram um broche, mas acredito que sim… Eu gostava de aparecer na Caras. Mas na Caras não metem caras feias por isso eu não tinha lugar… É fodido ser feio. Na tv não há gente feia. Eu devia ir para a tv, eles não dizem que querem inovar? Há uma coisa que não gosto na família Jardim. É o espaço que vai desde o fim dos dentes na parte a contar de baixo pra cima ate cá a cima. Explicando melhor, aquelas gajas Jardim teem todas umas gengivas grandes como o caralho. Riem-se e é mais gengiva que dentes. Vou-me contradizer, mas há que dizer que a Cinha é muito feia. Para não me contradizer tanto, reafirmo que é puta. É muito feio terem aquelas gengivas. Eu não gosto. Nem gosto da Bibá Pitta porque ela tem um queixo que mais parece o Jay Leno. A Tekas é a gaja mais feia de Portugal. Ela merecia uma estátua a frente de um aterro sanitário. Essas gajas são todas muito morenas, teem a pele toda quaimada do sol , são umas putas… só querem é sol. Sol e levar na pachachinha. Arranjam um gajo que não faz nada para as sustentar (o normal é ser um gajo que também não faz nada mas tem dinheiro da família). Normalmente esse gajo é fora do jet-7. Já sabemos porquê, porque se for do jet-7 não resulta porque também é paneleiro. Então passa de desconhecido a namorado de gaja do jet-7, e passado algum tempo de estar com uma gaja que tem umas gengivas do tamanho do mundo e uma pele a despedaçar-se… vira paneleiro também. Os paneleiros tem a pele bem mais tratada do que as mulheres, há que dize-lo. Mas sobre os paneleiros, fica pra outra altura…
Quarta-feira, Maio 10, 2006
Trocadilhos da minha vida
Hoje estava a pensar em cenas pornográficas (foder e essas coisas…) e veio-me a cabeça uma coisa: o vaginásio. O vaginásio é a zona entre a cona e o cu das gajas, aquele bocadinho de poucos centímetros de carninha que separa a coninha do buraco do cu. Muitas pessoas sorriem quando ouvem esta palavra. Quase todas pela mesma razão. Porque parece vagina com ginásio. E todos fazem na sua própria cabeça o trocadilho do “ora foder é fazer desporto, fode-se a vagina, desporto é no ginásio, vaginásio! Ir a cona (vagina) é o mesmo que ir ao ginásio!”. Bem… Isto é estúpido… Mas passa pela cabeça de muita gente. Passou pela minha e ainda passa e vai passar. São os joguinhos de palavras… tenho más recordações destes joguinhos por causa de quando eu andava na preparatória. Os meninos gozavam comigo porque me chamava Vasco. Ora o que eles me chamavam? Vascona, não uma “vasca” grande (como se a palavra vasca existisse…) mas apenas o trocadilho fácil de juntar Vasco com cona. Eu estava-me a cagar, nunca liguei a quando gozavam comigo. Mandava-os para o caralho e táva a andar… Trocadilhos de merda, estúpidos. Quem inventou os trocadilhos devia ser um gajo muita palhaço. Aposto que foi mesmo gajo que inventou a da “quem não tem mão é maneta, quem não tem punho é punheta”. Foi com esta que os trocadilhos começaram. Acho ate que eles já existiam antes da punheta, começou-se a bater a punheta por causa deste trocadilho. Esse paneleirão de merda se fosse levar no cu em vez de inventar a porra dos trocadilhos fazia bem melhor. Á pala disso é que eu fui gozado. Ele é que devia ser o vascona e não eu. Ainda por cima vascona parece nome de gaja, alem de me chamarem um nome que rima com cona, dava-se a entender que eu era gay. Naquela idade não há gays, há só mariquinhas, mas ainda assim eu não gostava… tanta historia má que passei naquela escola…
Sexta-feira, Maio 05, 2006
Solidão sexual
Quando era pequenino
Ainda mal abria os olhos
Recém-nascido ingénuozinho
Enquanto passava pelos entrefolhos
Saí cá para fora pra este mundo
Preparei uma jogada pensada
Da vagina da minha mãe eu conhecia o fundo
Faltava então a puta da empregada
Não resultou, ela me decepcionou
Acordou enquanto eu atacava
As cuecas ela borrou
Coisa que eu não esperava
Quando finalmente cresci
E o amor comecei a fazer
Pensava sempre em ti
Com uma mão cheia de prazer
Era em ti que eu pensava
E me sentia sempre só quando o fazia
Só tu me completavas
E no final havia sempre porcaria
E nesta vida com muita dor
Uma coisa aprendi neste largo caminho
Quando se trata de fazer amor
Mais vale acompanhado do que sozinho
Ainda mal abria os olhos
Recém-nascido ingénuozinho
Enquanto passava pelos entrefolhos
Saí cá para fora pra este mundo
Preparei uma jogada pensada
Da vagina da minha mãe eu conhecia o fundo
Faltava então a puta da empregada
Não resultou, ela me decepcionou
Acordou enquanto eu atacava
As cuecas ela borrou
Coisa que eu não esperava
Quando finalmente cresci
E o amor comecei a fazer
Pensava sempre em ti
Com uma mão cheia de prazer
Era em ti que eu pensava
E me sentia sempre só quando o fazia
Só tu me completavas
E no final havia sempre porcaria
E nesta vida com muita dor
Uma coisa aprendi neste largo caminho
Quando se trata de fazer amor
Mais vale acompanhado do que sozinho
Terça-feira, Maio 02, 2006
Volta Bibi
Eu tinha um gato chamado Bibi. Se o tivesse hoje matava-o. Ainda assim esta historia deu para aumentar a minha auto-estima e a mesada. Eu sou bom, muito bom e muito esperto. Apesar de não saber nada acerca da historia da casa pia à alguns anos atrás, tomei a precaução de castrar o animal quando este era ainda jovem. Para quem não sabe o que é castrar é cortar a pila dos animais, “capar”. Os gatos são uns animais fodidos. O meu gato era um gato feio, tinha manchas pretas castanhas e brancas. Devem estar a pensar que parecia uma tigresse, mas não, eram manchas mal distribuídas, era muito feio mesmo. Era um gato apanhado da rua, coitado só tinha restos uma a duas vezes por semana. Tinha muita pena dele. Um dia tomei coragem, trouxe-o para casa e a sua vida mudou. Começou a ter restos todos os dias. Sorte a dele a minha mãe fazer peixe pra ela as vezes. Havia dias em que o gato ficava com as espinhas das duas sardinhas que ela comia. Era um sortudo. Até tínhamos uma manta para ele. A minha mãe chamava-lhe “bichano”, mas eu não gostava. Eu preferia chamar-lhe Rambo. Ele tal como muitos gatos tem instinto de sobrevivência. Lembro-me de fazer um jogo com ele quando ia de ferias, costumava-mos pô-lo a porta de casa e abríamos a porta do carro. Ele detestava andar de carro… Então dizia-mos-lhe-ao-dito-gato que tinha dez segundos para entrar ate irmos embora. Ele nunca vinha. É obvio que dávamos mais uma tolerância de cinco segundos mas ele insistia em não vir. E lá seguíamos nós viagem sem o Bibi. Nós não o abandonávamos, ele é que não queria vir... Esquecíamo-nos sempre que a porta ficava fechada e ele não podia entrar. Mas quando chegávamos lá estava ele, sempre fiel, aguentava bem as duas semanas sozinho. Passado uns anos começamos a deixa-lo sozinho por opção. Achava-mos que fazia bem porque ele na rua fazia mais exercício. Nos até pensava-mos que havia ginásios para gatos. É que quando o deixávamos estava sempre gordo, e quando voltávamos estava sempre mais elegante. Ele era um bocado convencido, e ate fazia força para encolher a barriga para mostrar as costelas, para pensarmos que estava ainda mais magro… Coisas de gato. Dizem por aí que os gatos são animais asseados… Pura treta. Em poucos anos que o tive nunca consegui dar-lhe um banho. Tinha de ser à mangueirada. Depois ia deitar-se para a manta e começava a tremer, deve ser o método que os gatos teem para secar mais rápido. Eles fazem rom-rom e essas cenas…Mas pelo menos não é estúpido como os cães, se fosse um cão em vez de se deitar e relaxar ia logo sujar-se todo. Se bem que uma manta que nunca tinha sido lavada também não devia ser um sítio muito limpo. Fiquei sem ele porque o perdi. Levei-o a rua para um jardim, ao inicio ele estava ao pé de mim mas começou a afastar-se. Como é óbvio, ao ve-lo partir não podia ficar quieto… Fui para casa. Como ele já tinha ficado nas ferias sozinho pela zona pensava que ia encontrar o caminho de casa. Mas até hoje não encontrou. Ainda espero por ele, mas julgo que só vou ter noticias quando esta história da casa pia acabar… A minha mãe gostou porque agora pode comer as espinhas aos jaquinzinhos, são muito fininhas e ela consegue come-las. Ela gosta. Mas ela gosta de coisas muito estranhas… Mas isso era outra conversa….
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